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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Dicas de Economia de Energia

Dicas rápidas para economizar energia
no escritório

1. Ar Condicionado
  • você pode desligar o ar condicionado meia hora antes do fim do expediente e também durante o almoço - a sala ainda permanecerá climatizada!
  • no inverno, desligue a refrigeração do ar condicionado e ligue só o ventilador;
  • onde houver aparelhos de ar condicionado em uso, deixe a porta fechada;
  • não deixe o aparelho em lugares quentes, próximo de equipamentos elétricos ou na incidência do sol. Isso faz ele trabalhar mais, desnecessariamente;
  • na hora de comprar um aparelho novo, confira se ele possui o selo PROCEL de consumo reduzido;
  • dimensione corretamente a sua necessidade e o seu aparelho. Existem tabelas prontas para este cálculo - pergunte para o vendedor, ou consulte diretamente os fabricantes (ex: home page das indústrias, etc);
  • pela manhã você pode resfriar o ambiente, abrindo as janelas;
  • para edifícios, examine a possibilidade da instalação, na parte exterior do prédio, de brise soleil, que impedem a incidência de raios solares, principalmente nas áreas envidraçadas. ( Solução passiva, com conceitos da arquitetura bioclimática).
2. Computadores e outros equipamentos
  • Ative o energy saver,  do seu monitor (modo econômico);
  • Economize energia com o WindowsÉ possível fazer com que o micro, depois de determinado tempo de ociosidade, desligue o monitor e o disco rígido, e deixe todo o sistema hibernando até que você movimente o mouse ou pressione alguma tecla. 
    Além do protetor de tela, que evita que uma imagem congelada acabe desgastando o fósforo do seu monitor, o Windows oferece alguns meios para você economizar energia. Clique com o botão direito do mouse sobre a área de trabalho e selecione Propriedades;Selecione a  ficha "Proteção de tela" e clique no botão Energia.
    O próprio Windows sugere alguns "esquemas de energia". Confira:


  • Acione Painel de Controle/Vídeo e traga para o primeiro plano a ficha " Proteção de Tela". Indique um protetor de tela que tenha o máximo de áreas escuras. Quanto mais cores brilhantes no monitor, maior o consumo de energia. Informe ao sistema para contar quantos minutos de inatividade até acionar o screen saver.

O consumo de um micro fica em torno de 0,2 kWh - ou seja, 0,2 kW em cada hora de uso efetivo. Em repouso (todos os componentes ligados, mas sem programas executando operações), esse número baixa para 0,12 kWh, o equivalente a duas lâmpadas comuns de 60 watts. E, no modo de espera, 0,04 kWh - ou seja, uma redução de 66%.
No caso dos monitores, o consumo aumenta conforme o tamanho, mas a diferença não é tão grande assim. A maioria dos monitores de 14" atuais consome em torno de 80 W, os monitores de 17" por sua vez consomem entre 100 e 110 W, dependendo do modelo.
  • Procure deixar periféricos como impressora e scanners desligados da tomada se não estiverem em uso. As caixas de som ficam ligadas o tempo todo; se não estiver usando, desligue.

em casa

1. com iluminação:
  • utilizar cores claras na pintura de paredes internas e do teto;
  • utilize a iluminação de acordo com o tamanho e a finalidade do ambiente;
  • aproveitar ao máximo a iluminação natural;
  • estude a possibilidade de abrir novas janelas em pontos estratégicos da sua casa; por desinformação das pessoas na hora de construir, acabamos por perder grandes oportunidades de aproveitar a energia do sol, que é de graça. Isso vale também para novos projetos; 
  • utilizar lâmpadas fluorescentes em ambientes que necessitam de maior iluminação (duas lâmpadas fluorescentes de 20 watts iluminam mais que uma incandescente de 100 watts);
  • quer mais? procure pelas publicações da ABILUX - Associação Brasileira das Indústrias de Iluminação;
2.  com o chuveiro
  • no verão, deixe a chave na posição "verão";
  • estude a possibilidade de instalar um aquecedor de água por energia solar. Atualmente esses aquecedores estão com preços mais acessíveis, e necessitam de baixa manutenção;
3. com a geladeira
  • fazer o degelo periodicamente;
  • evite colocar alimentos ainda quentes. Se não for possível esfriar por completa, coloque-os na parte inferior da geladeira;
  • a geladeira não deve ficar próxima de lugares quentes, como fogão ou a janela que bate sol;
  • não deixar a porta aberta por muito tempo;
  • verificar a vedação da porta. Um teste simples consiste em colocar uma folha de papel entre a porta e a geladeira. Se ao fechar a porta,a folha de papel puder ser retirada com facilidade, as borrachas de vedação não estão mais em bom estado;
4. com os equipamentos elétricos
  • não deixe transformadores (ex: 110/220) ligados na tomada desnecessariamente. Mesmo fora de uso, eles consomem energia.
  • utilize o ferro de passar roupa uma única vez, deixando acumular uma quantidade razoável de roupa. Você pode também alisar com as mãos as roupas logo ao tirar do varal. Isso reduzirá o tempo de utilização do ferro;
  • utilize a máquina de lavar roupa/louça de única vez, deixando acumular uma quantidade razoável de peças;
  • tire os aparelhos eletrônicos da tomada quando estão fora de uso, principalmente a televisão e o DVD;

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Vídeo mostra a sustentabilidade das relações humanas

Em um vídeo publicado no Youtube, o sistema Sesi fala de algo já esquecido nos dias de hoje: a sustentabilidade das relações. Esta palavra tão usada para expressar o respeito pelo meio ambiente também pode estender seu significado às pessoas e à maneira como se relacionam.

Vivemos em um planeta doente ou nós é quem estamos doentes? Entenda a mensagem assistindo este curto vídeo:

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Calor e frio extremos. O que está acontecendo com a Terra?

A polaridade entre calor e frio, registrada em várias partes do mundo nas últimas semanas fez levantar novamente as questões aquecimento global e efeito estufa. Amplamente divulgado nos anos 90 e consolidado nos dias atuais, este fato ainda é pouco lembrado, embora a imprensa e entidades ambientais estão sempre tocando no assunto.

O fato é que se nos Estados Unidos registra-se temperatura de -38º, aqui no Brasil a temperatura chega tranquilamente na casa dos 40º. Por que esta diferença gritante? Como não bastassem apenas as temperaturas altas, de carona chegam incêndios florestais, congelamento de águas, transtorno em aeroportos, etc.
O site G1 fez algumas perguntas aos especialistas para ter pistas do que está ocorrendo. Confira: 

- Calor, frio, neve, chuva, incêndios florestais... tudo ao mesmo tempo. Esses fenômenos são consequências da mudança climática global?

Ainda é prematuro dizer, de acordo com cientistas. Eventos climáticos com frio ou calor extremos sempre ocorreram e vão ocorrer no planeta, pois o clima tem como característica a alta variabilidade. Mas, segundo José Marengo, pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre, ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), eventos extremos mais frequentes e intensos já são perceptíveis e podem ter relação com as mudanças climáticas.

- O que são as mudanças climáticas?

São alterações do clima provocadas pelo aumento da temperatura global, consequência de um “efeito estufa enlouquecido”, ou seja, uma capacidade exagerada da atmosfera de reter calor devido à presença excessiva de gases-estufa (como o dióxido de carbono e o metano) lançados na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, e o desmatamento e queima de áreas florestais. De acordo com os climatologistas, uma maior concentração de CO2 na atmosfera significaria mais energia armazenada. Um dos modos de dissipar essa energia é através de fenômenos climáticos extremos.

- Mas se é aquecimento global, por que nos Estados Unidos e no Canadá o clima é de 'congelar'?

Os especialistas explicam que aquecimento global não significa que todo o planeta pode esquentar, mas sim que pode ocorrer um desarranjo global. Isso possibilita, por exemplo, numa mesma semana, sensação térmica de -50ºC nos EUA e termômetros marcando 50ºC na Austrália e no Brasil.
Os dois países foram afetados pelo vórtice polar, fenômeno climático que normalmente acontece na região do Círculo Polar Ártico, mas que sofreu alteração em sua dinâmica de circulação, permitindo que massas de ar que ficavam circunscritas ao Ártico atinjam latitudes mais baixas, como os dois países. Isto permitiu que regiões dos EUA, como Wiscosin, registrassem -38ºC e tivessem sensação térmica de -50 ºC, ou ainda o congelamento de parte das famosas quedas d’água das Cataratas do Niágara, localizada na fronteira do país com o vizinho Canadá.

- Qual é a explicação para o calor escaldante na Austrália?

Uma extensa onda de calor atingiu grande parte do país, que registrou em algumas regiões temperaturas acima de 50ºC. Também contribui para o calor a irregularidade nas chuvas, que costumam refrescar o país neste período do ano. Enquanto a precipitação não vem, incêndios acometem parte do território australiano, como na região de Perth, onde a temperatura chegou aos 44ºC este mês. O calor em excesso provocou incêndios que mataram de milhares de morcegos em Queensland. Segundo cientistas, as temperaturas do país vêm se mantendo altas durante os verões. O departamento climático do país informou que 2013 foi o ano mais quente desde 1910, quando começou a ser feito o registro de temperaturas do país.

- É comum chuvas e calor escaldante no Brasil ao mesmo tempo?

Sim, segundo meteorologistas. O verão no país é conhecido por registrar fortes chuvas em determinadas áreas e outras, concomitantemente registrarem céu limpo e calor intenso. Fenômenos como as chuvas que atingiram Itaoca, no interior de São Paulo, são eventos típicos da estação. O que não é normal, segundo os cientistas, é a frequência e intensidade desses acontecimentos -- fatores que estariam ligados às mudanças climáticas. Outra característica distinta deste verão é uma irregularidade no nível de precipitação em diferentes regiões do Brasil, que têm registrado forte calor devido à presença de uma massa de ar seco. No Rio de Janeiro, por exemplo, os termômetros registraram no início deste ano sensação térmica de 50ºC. Em São Paulo, o mês de dezembro de 2013 foi o segundo mais seco desde 1933, quando iniciaram as medições na estação meteorológica da Água Funda, Zona Sul da capital paulista.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Impacto Social e Ambiverde entregam brinquedos aos filhos de recicladores de Joinville

A OIS (Ong Impacto Social) realizou no último dia 15/12, a entrega de brinquedos aos filhos dos trabalhadores dos galpões de recicladores de Joinville. Este é um trabalho desenvolvido pela Ong Impacto Social e Ong Ambiverde na Igreja Nossa Senhora Aparecida, bairro Aventureiro.

Os galpões de recicladores foram o foco de trabalho da Impacto Social durante os últimos dois anos. Agora a meta é continuar trabalhando, mas desta vez com a união da Ong Ambiverde.

Os presentes foram entregues às crianças dos galpões Cooperanti, Recipar e Cubatão.


sábado, 14 de dezembro de 2013

Pesquisa aponta que parques eólicos podem diminuir a intensidade de furacões

Mark Jacobson, engenheiro ambiental e professor da Universidade de Stanford, realizou uma pesquisa que aponta que as turbinas eólicas instaladas em alto-mar são capazes de proteger as cidades da ação arrebatadora dos furacões que surgem no oceano, uma vez que as torres são resistentes e aproveitam a força dos ventos  para gerar mais energia.

Baseado em seus experimentos, o especialista afirma que, se houvesse um grande parque eólico na costa dos EUA, seria possível reduzir por mais de 70% a intensidade do furacão Katrina em 2005. Assim, Jacobson mira os parques eólicos offshore (localizados na costa) como eficientes barreiras contra os eventos climáticos extremos. “Com a aproximação dos furacões, as cidades teriam ventos mais brandos e tempestades menos severas”, explicou o professor ao jornal norte-americano The Huffington Post.

Para chegar à conclusão, o estudo demandou uma simulação com 70 mil torres eólicas, instaladas a 100 quilômetros da costa sudeste de Nova Orleans, nos EUA. Capazes de gerar uma carga de 300 gigawatts de energia, as turbinas conseguiram reduzir com eficiência a intensidade de uma forte tempestade, permanecendo incólumes à passagem do fenômeno climático.

Segundo Jacobson, os parques eólicos em alto-mar têm altos custos de implantação, mas, além de serem fontes de geração de energia limpa, também previnem os estragos causados pelos fenômenos naturais. Através de simulações, o estudo concluiu que seria possível gerar uma quantidade de 0.45 terawatts de eletricidade limpa ao evitar os efeitos catastróficos da passagem do Katrina. O parque eólico também conseguiria reduzir em 21% a intensidade do furacão Sandy, que atingiu parte da América Central e da costa leste dos EUA em 2012.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Maneiras de reaproveitar as bolinhas de natal

Nesta época do ano, o mercado financeiro fica aquecido devido às compras de Natal. Além dos presentes, o consumidor investe em árvores e enfeites. Mas, com um pouco de criatividade, é possível gastar menos. Há sempre itens reutilizáveis do ano anterior.

A tradição da montagem de árvore de natal teve início em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero, segundo registros históricos. Desde então, a prática se alastrou pelos lares de todo o mundo. Para cultivar a tradição cristã gastando pouco, aprenda a reutilizar as bolinhas que fazem parte da decoração natalina.

Use retalhos de tecido e papel

Talvez a ideia mais óbvia seja aproveitar retalhos de tecido e feltro. Basta cobri-las com esses materiais, para esconder possíveis imperfeições ou desgastes. Além disso, podem ser utilizadas sobras de plástico colorido e vários tipos de papel, como celofane, crepom ou papel seda.


Aposte na pintura e adereços

Uma ideia simples e prática para restaurar as bolas é pintando-as. Há diversas opções: spray, tinta guache, cola spray (neste caso, incremente com glitter, passe silicone em bisnaga e, em seguida, aplique miçangas). Qualquer que seja a técnica escolhida, invista nas cores: vermelho, verde, azul, prata e dourado.


A ideia abaixo sugere uma maneira inusitada para fazer novas bolinhas natalinas:

Quando o desodorante roll-on chegar ao fim, utilize uma faca de ponta arredonda para retirar a bolinha. Ela pode ser utilizada para diversos fins, um deles é a criação de bolinhas natalinas. Basta utilizar a mesma técnica de cobri-las com materiais reutilizados. A blogueira Rebeca Cabral adquiriu o hábito de guardar as bolinhas de desodorante com a sua mãe e resolveu personalizar a ideia, fazendo crochê em volta delas. Veja abaixo: