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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ong Impacto Social completa 2 anos nesta 6ª feira


Uma das Ongs mais ativas da maior cidade de SC tem muito a orgulhar-se. Ao completar dois anos de atividades, nesta 6ª feira, os números revelam que as ações e objetivos foram relevantes nas questões ambientais e educacionais de Joinville. A começar pelo maior projeto, em andamento desde maio de 2011, o Coleta de Embalagem Metalizada.

Em parceria com os galpões de recicladores cadastrados junto à prefeitura municipal, já foram reciclados mais de 6 toneladas de embalagens metalizadas (bombom, salgadinho, bolacha, etc). Esta quantia, até então, era encaminhada ao aterro sanitário por falta de um manejo adequado. Agora, além de preservar o meio ambiente, este projeto gera renda adicional a cerca de 50 famílias que trabalham nestes galpões. Só no ano passado foram repassados mais de R$15 mil, fruto da venda deste material. Na primeira semana de 2013 a Ong recebeu do consórcio de empresas recicladoras brasileiras uma medalha de honra por ter sido a instituição que mais separou material metalizado em todo o país.

Outra ação da Ong Impacto Social com resultados positivos foi na questão educacional. O grupo de voluntários entende que preservação ambiental começa com educação. Por isto o projeto Consultoria Ambiental iniciou, em 2011, as atividades junto às crianças das escolas de Joinville, incluindo palestras e dinâmicas. Em 2012 o projeto foi focado em condomínios residenciais, que por meio das empregadas domésticas, iniciou o processo de separação adequada de lixo, além de informações de preservação de recursos como água e energia elétrica. Para 2013 este projeto foi rebatizado de “Motivação Ambiental” e pretende focar também em empresas, comércios, escolas e demais instituições. “As pessoas até sabem como devem proceder na preservação do meio ambiente, mas não sabem ou não se sentem motivadas a praticar a mudança necessária no seu dia a dia. É aí que nosso projeto atua”, explica a presidente da Impacto Social, Sandra Regina Sievert.

Para divulgar estas e outras ações, a Ong Impacto Social também mantém uma rádio online, a Webrádio Interativa, que funciona 24h levando uma programação diferenciada, valorizando as bandas e grupos joinvilenses, além de dicas e informações diárias sobre sustentabilidade e sobre o que está acontecendo na região e no Brasil.

Hoje a Ong possui o título de Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), com possibilidade de receber recursos do governo federal para realizar projetos e ações. Neste ano, a Ong irá receber o título municipal, que dará direito de receber verba direta da prefeitura. “Nossa organização é mantida por voluntários, que não recebem nada para trabalhar, porém tudo compensa quando vemos o resultado no dia a dia de muita gente”, afirma Sandra.

Paralelo aos projetos, a Ong também participa e coordena diversos eventos durante o ano, como a Campanha do Agasalho, Campanha da Água, Festa das Crianças e a Noite da Pizza, que neste ano terá sua segunda edição.

Neste sábado (19/01) terá reunião com a equipe da Ong e novos integrantes. Se você gostou e quer participar também, está convidado!

A reunião será às 16h e o local é:
rua Israel, nº 349 - bairro João Costa (lateral da rua Monsenhor Gercino, 2º semáforo depois do Terminal do Itaum).

Para saber mais acesse: www.ongimpactosocial.org, www.impactosocialnoticias.blogspot.com.br e www.webradiointerativa.com

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Ong Impacto Social recebe medalha por ser a maior recicladora de metalizados do Brasil

Medalha recebida nesta semana.
Foto: Leandro Schmitz
A Ong Impacto Social, prestes a completar 2 anos de atividades, recebeu nesta semana uma medalha de honra por ter sido, pelo segundo ano consecutivo, a instituição que mais reciclou embalagens metalizadas em todo o Brasil. O presente foi concedido pelo consórcio de empresas recicladoras, localizado em São Paulo, que é o destino de todo o material separado em Joinville.

A ação faz parte do Projeto Coleta de Embalagem Metalizada, que está em andamento desde maio de 2011 e envolve os galpões de recicladores cadastrados junto à Prefeitura Municipal. De lá para cá já foram separadas mais de 6 toneladas de embalagens plásticas metalizadas (bombom, salgadinho, bolacha, etc), preservando o aterro sanitário. Além disso, com a venda destes materiais, o projeto gera renda adicional a cerca de 50 famílias que trabalham nos galpões. Só em 2012 foram repassados mais de R$ 15 mil.

"É com orgulho que recebemos esta medalha, fruto de um esforço que está sendo reconhecido hoje. Com isto nos sentimos motivados a continuar neste projeto em 2013", comemora a presidente da Ong, Sandra Regina Sievert.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Aprenda a transformar latas em luminárias

Foto: Divulgação

Muitos alimentos consumidos diariamente vêm armazenados em latas, que após o uso vão para as lixeiras ou para a reciclagem. Porém, existem muitas opções de artesanato para esse material, uma delas é a fabricação de luminárias.

A técnica é simples e o resultado é único, já que varia de acordo com a criatividade de cada pessoa. Os materiais necessários são: lata (qualquer tamanho); martelo; prego; toalha; jornal; arame; alicate; água e tinta spray.

Como fazer:

O primeiro passo é o segredo para que a luminária fique bonita, para isso é necessário encher a lata de água e deixá-la no congelador até que vire gelo. Isso deve ser feito para que a lata não amasse durante as etapas seguintes.

O apoio também deve ser revestido com jornal e uma toalha, para não forçar a lata diretamente em uma superfície dura. A luminária começa a tomar forma quando os furos em sua lateral são feitos. Nesta hora é que entra a criatividade, quanto mais buracos forem feitos mais legal será a maneira como a luz será refletida. Por isso, é possível desenhar formas, como estrelas ou corações, sempre usando o prego e o martelo com cuidado. Faça também dois furos superiores, por onde passará o arame.

Com os furos feitos e o gelo já retirado, passe o spray da cor escolhida, em toda a lata. A pintura deve ficar uniforme e a tinta deve ser aplicada a 25 centímetros de distância. O arame cortado servirá como alça de suporte para a luminária, por isso, deve ser pintado da mesma cor que a lata.

Quando a tinta estiver seca, o arame deve ser passado pelos dois furos superiores e as pontas internas devem ser viradas para dentro, com o uso do alicate. A luminária pode ser usada com velas ou então com lâmpadas.
Fonte: Ciclo Vivo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Sensor monitora condições de plantas e envia dados para celular


É cada vez mais comum gadgets serem criados para facilitar a vida dos humanos. Existem aplicativos e tecnologias para os mais diversos tipos de necessidade. Uma empresa francesa criou um equipamento que monitora a situação das plantas domésticas.

A tecnologia em questão foi criada pela empresa francesa Parrot, que normalmente cria produtos de áudio, mas agora embarca em uma nova utilidade. Apelidado de Flower Power, o sensor inteligente monitora todas as variáveis possíveis em uma planta, como luminosidade, temperatura, umidade e níveis de fertilizantes.

Todos os dados são enviados ao celular através do Bluetooth. O sistema também disponibiliza uma biblioteca de plantas, para ajudar a melhorar o conhecimento dos donos, e consequentemente, o cuidado que eles têm para com a planta.

Esta não é a primeira tecnologia que promove certa interação entre plantas e pessoas. Designers norte-americanos também criaram um sistema parecido, chamado de Botanicalls, que envia mensagens sobre as condições da planta diretamente ao Twitter do dono.

O Flower Power ainda não está disponível para vendas, mas a empresa pretende iniciar a comercialização ainda neste ano. Confira neste vídeo como o sistema funciona:





Fonte: Ciclo Vivo

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Antropoceno: uma nova era marcada pela destruição humana

Gráfico: Reprodução

Mudanças climáticas, alteração no uso do solo, exploração excessiva dos recursos naturais, extinção em massa de biodiversidade, acidificação dos oceanos e perturbação dos ciclos naturais. Tudo isso causado por apenas uma espécie, aquela que foi classificada como sapiens sapiens pela sua capacidade singular de raciocinar. Estaríamos mesmo vivendo o Antropoceno, ou “A idade recente do Homem”, uma nova era geológica, marcada pelo impacto da espécie humana no planeta Terra?

A humanidade já ultrapassou quatro das nove barreiras do planeta que mantêm o sistema equilibrado e funcionando como o conhecemos: o da biodiversidade, da mudança climática, do ciclo de nitrogênio e do fósforo.
Longe ainda de uma conclusão sobre o tema, a comunidade cientifica teme que sim. Depois de 12 mil anos do início da última era na escala de tempo do planeta, o Holoceno, o debate sobre o tamanho do impacto humano sobre os ciclos naturais da Terra continua acalorado na Comissão Internacional sobre Estratigrafia, responsável por analisar as marcas da passagem de tempo no planeta.

O diretor da comissão, o geólogo inglês Jan Zalasiewicz, declarou que, mesmo sendo cedo para dizer se o termo será formalmente aceito, não há dúvida de que vivemos em um planeta moldado pela ação do homem.

Exagero?

O termo, cunhado em 2002 pelo químico Paul Crutzen, Nobel de Química em 1995 por seus estudos sobre a camada de ozônio na atmosfera, pode parecer um pouco exagerado a principio – afinal, se a história da Terra fosse compactada nas 24 horas de um dia, o homem moderno só surgiria três segundos antes da meia-noite.

No entanto, as mudanças causadas no planeta pela nossa espécie apontam que não. Diversos estudos, publicados nos últimos anos, indicam uma profunda mudança nos ciclos de carbono, nitrogênio e fósforo, além do hidrológico. A mais famosa entre a comunidade cientifica é a liderada pelo hidrólogo sueco Johan Rockström.

Junto a uma equipe de 28 cientistas, Rockström publicou em 2009, na revista Nature, um estudo comprovando que a humanidade já ultrapassou três de nove barreiras do planeta que mantêm o sistema equilibrado e funcionando como o conhecemos: o da biodiversidade, da mudança climática e do ciclo de nitrogênio, este por conta do uso excessivo de fertilizantes. O ano de 2012 também teria marcado a superação do limite do fósforo. Com as emissões anuais de CO2 na casa das 40 bilhões de toneladas, o de carbono também está próximo de ser atingido.


Classificação

O grande impasse no estabelecimento da existência ou não do Antropoceno está, justamente, na escala geológica. A marcação anterior das eras se deu nos últimos 300 anos baseada nas camadas de sedimentos em rochas e geleiras, acumuladas ao longo de milhões de anos. Assim, a grande pergunta é se é possível anunciar uma época exatamente quando esta encontra-se em andamento.

Outra problemática é quando o Holoceno dá lugar ao Antropoceno. A corrente mais popular data a nova era a partir da Revolução Industrial, na segunda metade do século 18. Outros pesquisadores acreditam que o Antropoceno começou mais tarde, com a criação e intensificação de armas nucleares, entre os anos 1940 e 60. Há ainda quem prefira uma definição técnica, baseada em uma ‘fronteira’ estratigráfica específica, que evidencie mudanças causadas pela tecnologia humana e possa ser reconhecida em nível global.


De acordo com o climatologista Carlos Nobre, único brasileiro e um dos poucos não geólogos integrante do grupo de trabalho da comissão, este é um processo muito lento, que durara anos, talvez décadas. "Não muito diferente de quando os astrônomos começaram a discutir o caso de rebaixar Plutão da categoria de planeta", assinalou ele ao Estadão.

"Com o aumento do nível do mar, haverá um outro padrão de depósito de sedimentos. Onde hoje é continente vai virar fundo do mar, então um dia alguém perfurando essas regiões vai ver areia. Ao datar, vai ver que é do ano 2000 e indo um pouco mais ao fundo encontrará uma rocha que tem milhões de anos. Isso é uma mudança do parâmetro geológico", exemplificou Nobre.

Fonte: Ecodesenvolvimento.org

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O ano começa para a Ong Impacto Social

Se o ano de 2012 contabilizou dados positivos para a Ong Impacto Social, o ano que inicia, 2013, promete muito mais. Os trabalhos já recomeçaram e apontam um crescimento tanto em projetos e ações, quanto de integrantes.

Em andamento desde maio de 2011, o Projeto Coleta de Embalagens Metalizadas orgulha-se por ter reciclado mais de 6 toneladas deste tipo de material (bombom, salgadinho, café, etc). A parceria com os 8 Galpões de Recicladores de Joinville continuará, incluindo empresas como a Livraria Midas, que auxilia no desenvolvimento desta ação.

A Webrádio Interativa, projeto piloto de uma rádio comunitária/educativa, que iniciou suas transmissões em julho de 2012, também deve continuar e com novidades: mais parcerias e aquisição de novos equipamentos, possibilitando as transmissões de programas ao vivo, além da repaginação do atual site (www.webradiointerativa.com).

Outro projeto que saiu do papel e vai continuar em atividade neste ano é o "Consultoria Ambiental", que inclui palestras e desenvolvimento de ações sustentáveis em condomínios residenciais. A intenção é ampliar os trabalhos para empresas e também escolas, com foco nas crianças.

Eventos em comemoração ao Dia da Água, Dia das Crianças, além da 2ª Noite da Pizza, farão parte do calendário de atividades extras a serem desenvolvidas em 2013.

Vale lembrar que todo o trabalho e desenvolvimento destas ações fazem parte do voluntariado. Por isto começamos o ano chamando novos interessados em fazer parte desta equipe. Se você se identificou com esta missão, faça parte de nosso grupo!

No dia 18 de janeiro a Ong Impacto Social completará 2 anos de existência! Faça parte desta comemoração em um encontro agradável. Faça novas amizades e ainda ajude o próximo e o meio ambiente com ações voluntárias e efetivas.

Este blog ainda vai divulgar o local e horário da Festa de Aniversário da Ong Impacto Social. Aguarde!